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Friday, June 6, 2008

360° de visibilidade

Infiniti é um nome muito grande nos EUA por seus excelentes SUVs. Aqui no Brasil ainda há poucos carros com o selo, que na verdade é uma divisão da Nissan, mas se tivermos sorte uma tecnologia inovadora revelada no modelo EX chegará à América do Sul.

Quem mora em São Paulo sabe o inferno que é dirigir por aqui. O danos que um ponto cego do seu carro pode causar, ainda mais em uma cidade lotada de motos, não são pequenos. E se houvesse um meio de sumir com todos os pontos cegos?

Dar 360° de visão para o motorista é algo que há muito tempo se busca com espelhos e câmeras, mas a Infiniti conseguiu realizar isso.

Em uma tela de LCD à direita do volante fica um diagrama com um desenho do carro, e ao redor dele imagens de quatro câmeras posicionadas na parte externa do veículo. O que se tem é uma imagem composta que mostra ao motorista o que está ao redor do carro.

As câmeras são muito discretas, e deixam qualquer manobra mais do que fácil. Em lugares perigosos, elas também ajudam o motorista mostrando o que acontece ao redor do carro para que ele não seja pego desprevenido.



Ao lado da imagem que mostra as quatro câmeras fica uma outra tela touchscreen que pode mostrar a imagem integral captada por qualquer uma das câmeras, então se você precisa de mais visibilidade na hora de dar ré, por exemplo, pode acessar a imagem que lhe servir melhor.

Claro, não atrapalha nem um pouco que tudo isso está em um carro com o interior mais luxuoso de um carro da Infiniti, e com motor de 3.5L com 297cv de potência. A transmissão automática de 5 marcha é ideal para ambientes urbanos e estradas.

Ainda não há informações sobre se este modelo será vendido no Brasil.

Friday, April 18, 2008

Os piores carros do século passado

Horsey Horseless – 1899
Uma grande lenda que merece começar esta lista é o Horsey Horseless (ou em português o “cavalinho sem cavalo”). Ninguém sabe se esse carro chegou a ser produzido e comercializado, e não é por acaso. Criado por Uriah Smith, um mecânico de Michigan, a idéia era criar um carro que não assustasse e irritasse os cavalos das carruagens nas cidades.

Mas como fazer isso? Simples! Basta colocar uma cabeça de cavalo oca e feita de madeira na frente do veículo. Dessa forma os cavalos não se incomodariam com os carros e haveria um bom lugar para armazenar combustível, no caso, dentro da cabeça. Parece uma péssima idéia deixar o tanque do combustível exposto e na parte frontal do veículo, certo? Pois é.



Fuller Dymaxion – 1933
Ah, o futurismo da década de 30. O designer R. Buckminster Fuller, auto-proclamado gênio, estava convencido de que a tecnologia tornaria possível um carro voador em alguns poucos anos então criou o Fuller Dymaxion. Esse carro voador ou avião dirigível teria asas infláveis e motores a jato. Como o carro voador ainda era uma impossibilidade, os primeiros(e todos) os modelos vieram sem asas.

Um misto entre cabine de avião e dirigível, o modelo tinha três rodas e a pior aerodinâmica possível. o volante funcionava como um leme, e direcionava apenas a roda traseira. Se ele estivesse em um lugar com vento forte, tinha vontade própria. Algumas modificações foram feitas para deixá-lo um pouco mais estável, mas após um acidente fatal de causas desconhecidas ele foi rejeitado pelo público e seu projeto abandonado. Quem diria.


Chrysler/Desoto Airflow – 1934
Ainda na década de 30, mais um erro. Entretanto, dessa vez o erro foi do público, parcialmente. Muito do design desse modelo estava décadas à frente de seu tempo: as noções aerodinâmicas, a distribuição mais equilibrada e o peso reduzido. Mas ele era tão diferente dos modelos americanos que o público o considerou um carro estrangeiro.

Em um momento de crise financeira que precedeu um pico de nacionalismo, o carro estava condenado. Não ajudou que ele tinha um pequeno problema que envolvia a queda do motor em algumas situações. Não foi a última vez que o público americano viu como seria o design no futuro e o recusou.

Crosley Hotshot – 1949
O primeiro esportivo criado depois da grande guerra. Um esportivo que não alcançava nem 100 quilômetros por hora, quem diria. Ele não era muito grande nem muito pesado, mas também não tinha potência nenhuma. A grande falha deste modelo, entretanto, não era a fraqueza, e sim a fonte dela.

O motor .75L não foi produzido com partes de aço ou ferro. Um grande vacilo da parte dos designers foi usar latão, um metal que se expande muito e se curva com facilidade. Com essas características, as soldas não seguravam como deveriam e o carro esquentava muito mais do que devia.

King Midget Model III – 1957
Ah, a década de 50. Havia todo um romantismo de uma grande ascensão após duas décadas negras para os Estados Unidos. Claud Dry e Dale Orcutt pensaram em construir um carro popular que qualquer um pudesse comprar, sem grandes frescuras. Um carro simples mas funcional para um país que voltava aos trilhos. Foi nessa época que criaram o Model III, depois de outros dois fracassos comerciais na década de 40.

O corpo do carro era feito com folhas de ferro dobrado, assim como os brinquedos da época. Seu motor dava incríveis 9cv (sim, nove) de potência. Algumas unidades foram vendidas, mas o governo federal decidiu que o carro não era seguro o suficiente para ser comercializado. Um bom exemplo de que governos tomam atitudes sábias de vez em quando.

Ford Edsel – 1958
O primeiro carro que faz sua segunda aparição em nossa lista de aberrações sobre quatro rodas. Os problemas desse carro não são poucos. Um dos maiores foi a campanha de publicidade, que criou uma expectativa que o modelo não poderia cumprir. Mas os outros não eram particularmente discretos.

Ele era um beberrão e barulhento, muito caro para os padrões da época e seu design levantava sobrancelhas. Não que fosse muito feio, mas a parte da frente não tinha nada a ver com a parte de trás. O formato pouco ortodoxo da grade frontal não ajudou. Alguns diziam que ele era um pouco erótico demais para a sociedade conservadora americana da época.

Zundapp Janus – 1958
Mas a década de 50 não foi cruel apenas para os americanos. Veja só o que estava acontecendo na Europa nesses dias: um carrinho estranho chamado Janus. Criado por uma estabelecida fabricante de motocicletas que decidiu expandir seu mercado, o modelo apostava na simetria.

O carro alemão não alcançava nem 90 quilômetros por hora com seu modesto motor de 14cv, e a posição dos bancos... bem, era estranha. Os passageiros ficavam de costas para o motorista, porque o carro era perfeitamente simétrico em suas laterais. Um fracasso completo do projeto às vendas.

Chevrolet Corvair – 1961
O preço era bom, o design não agredia os olhos, ele era razoavelmente econômico e a tração traseira trazia muitas vantagens. O que este carro poderia ter para ganhar um lugar nesta lista? Bem, ele era muito difícil de controlar, e em colisões tudo ficava pior. Muito pior. Mais tripas voando do que em filmes de Eli Roth.

Se a colisão fosse frontal, o eixo do volante podia empalar o motorista. Se a colisão fosse traseira, como o peso estava concentrado na parte de trás, ele rodava, capotava e explodia. A vedação ruim fazia com que vazamentos de óleo fossem constantes. Fora isso, para quem não batesse, era um bom carro. Mas os riscos eram quase cômicos, se não trágicos.

Peel Trident – 1966
O menor carro do mundo foi bem sucedido em conseguir este título. Mas com isso também mereceu o reconhecimento como um dos piores de todos. A idéia de um domo de vidro ou acrílico no lugar de um teto sempre foi bem popular entre as décadas de 40 e 70, como podemos ver em séries como Os Jetsons. Mas isso trazia um problema.

O sol cozinhava o motorista. O barro era um estufa, e não era possível dirigí-lo com o teto aberto. O modelo com três rodas não era particularmente bom de se controlar, e com aquele tamanho ultrapassar os 60km/h era uma esperança ilusória.

Ford Pinto – 1971
Algumas coisas nunca mudam... Enfim, por que o Ford Pinto era um horror sobre rodas? Bem, além do design pouco inspirado, os problemas mecânicos não eram poucos.

Essa bomba-relógio ambulante tinha um tanque de gasolina muito mal posicionado na parte traseira, de forma que em caso de colisão em simplesmente explodia. Quem precisa de um air-bag quando você está sendo carbonizado?

Jaguar XK-E V12 III – 1974
Não é só porque hoje a Jaguar faz alguns dos carros mais belos do mundo que ela não teve maus dias. Em 1961, ela havia apresentado uma obra de arte chamada E-Type. Potente e belo, dez anos depois havia se tornado... isso.

Para se adequar aos padrões de segurança e emissões norte-americanos, o motor foi 4.2 foi trocado por um 5.3 V12, pesado demais e muito barulhento.

Além disso, o design foi esticado e o pára-lamas foram colocados para frente e ampliados com uma camada de borracha, supostamente para deixar o carro mais seguro para pedestres.O que revolta é que é possível ver um carro bonito em baixo deste modelo horroroso. Uma verdadeira lástima.

Ferrari Mondial 8 – 1980
A década de oitenta começou com a grande Ferrari pisando na bola. A idéia era boa: um carro um pouco mais barato, baseado no chassi do modelo 308. O motor V8 dava respeitáveis 214cv de potência. O que poderia dar errado? A parte elétrica. Inteira.

A taxa de falha deste carro era ridiculamente alta, e sempre que um parava de funcionar vinha o cheiro de fios queimando. O conserto era praticamente uma extorsão autorizada pela marca. Esse carro deu um mau nome aos modelos mais baratos da montadora italiana. Os Mondials melhoraram muito depois, mas não é à toa. Não podiam piorar.

Yugo GV – 1985
Malcon Bricklin achava que sabia fazer carros. Na verdade, parece que odiava carros, profundamente. Esse é o único motivo por que alguém importaria o Yugo para os EUA. O carro soviético aparece pela segunda vez em nossas listas de carros péssimos. O grande crime deste modelo? Se desmontar.

O pessoal da revista TIME tem um comentário interessante sobre ele: “O Yugo, para um carro com poucos recursos, estranhamente tinha desembaçador do vidro de trás. Isso para que suas mão ficassem quentes enquanto você estava empurrando o carro.” Além disso, peças caíam e o sistema elétrico era puro caos.

Fiat Múltipla – 1998

Nas décadas de 50 e 60, Múltipla era o nome de belíssimas minivans da fiat baseadas no modelo 600. E então veio a década de noventa que destruiu esse nome para sempre.

O design do carro dá a clara impressão de que notaram tarde demais que o carro era muito baixo, então deram mais alguns centímetros com um degrauzinho.

Mecanicamente ele era.... perfeito. Esse é o lado triste: um carro bom e confiável, mas feio demais para ter alguma chance no mercado. Design e confiabilidade são complementares, e não exclusivos.

Pois é, designers. Não é só porque hoje estamos em outros tempos que somos imunes a designs ruins. Vamos ver se daqui pra frente evitamos esse tipo de problema!

Matéria totalmente chupetada do site Onne com os devidos créditos e depois de tantos carros horriveis, eu só posso aconselhar vocês a ler a matéria também da Onne com os 10 carros mais luxuosos.

Monday, April 14, 2008

Um carro para Drácula

Carros customizados não são uma novidade. Sempre vemos modelos enorme, com cores diferentes, desenhos e equipamentos exclusivos. Mas de vez em quando aparece um carro tão peculiar que a única coisa que podemos fazer é contemplar e pensar “o que estavam pensando quando fizeram isso”.

Esse pensamento é conveniente pois serve para o bem, e para o mal. Quando vemos modelos atraentes, ousados e potentes isso quer dizer algo como “alguém estava muito inspirado”. Quando vemos um carro bizarro, mal acabado ou simplesmente em seus últimos dias úteis, a frase já significa algo como “por Deus, que idéia de jerico.”

Uma dessas idéias pode ser vista nessa limusine ucraniana. Não há nada que seja especificamente feio demais, mas quando colocamos tudo junto, no contexto... os problemas começam a aparecer.

Logo de cara uma coisa que se destaca é a forma estranha da grade frontal, meio arredondada, lembrando a forma de duas gotas. Ela fica ainda mais estranha pois o resto da parte frontal é bem angular. Os faróis de milha dão uma característica de carro de rali que não faz o menor sentido do contexto de uma limusine.

A parte de trás parece ter vindo de um conceito da Lincoln, mas com características muito mais exageradas. Os faróis são grandes demais, a porta do porta-malas é pequena demais e os detalhes decorativos são um excesso do começo ao fim. Detalhes não são uma boa idéia em um carro deste tamanho.

A parte de dentro começa bem: é espaçosa. Ou pelo menos era, antes de ser decorada. Aparentemente, os designers a basearam em uma das carruagens vitorianas do Conde Drácula, se bem que esse carro não cairia bem nem em uma versão atualizada das lendas romenas. O móvel de madeira marrom não combina com os assentos de couro cinza e preto, as cortinas não combinam com... bem, com nada.

Isso sem falar na decisão questionável de incluir um candelabro na parte de dentro do carro. Não me parece algo muito seguro a se fazer. Pelo menos é garantido que esse modelo é, se nada além disso, exclusivo. Com certeza merece um lugar na lista dos piores carros do mundo.



E você, o que acha desta preciosidade?

Monday, April 7, 2008

Smart ForTwo vai mal em crash-test

A primeira bateria de testes de colisão do smart ForTwo, realizada pela NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration, ou “Administração Nacional da Segurança do Tráfego em Estradas”, em inglês), não condiz com a imagem positiva e com o sucesso de mercado na Europa: a segurança do carro, diferentemente de sua dirigibilidade na cidade e de sua economia de combustível, não é um ponto forte.



Num impacto frontal, a nota para a proteção oferecida ao motorista foi quatro estrelas, de cinco possíveis. O problema é a segurança do passageiro: três estrelas em cinco, equivalente a até 35% de riscos de lesões sérias. O teste é feito considerando uma colisão contra um veículo de dimensões similares, o que só agrava a situação – praticamente tudo na estrada é mais pesado que um smart ForTwo (que pesa apenas 750 kg), logo, qualquer acidente teria conseqüências mais graves que na avaliação.

Graças ao entreeixos curto e à bitola estreita, aliados ao centro de gravidade alto, o ForTwo também foi considerado bastante suscetível a capotar em um acidente: três estrelas, a mesma nota obtida por SUVs e caminhões altos.

Thursday, April 3, 2008

Ferrari personalizada

Como você quer que seja a aparência de sua Ferrari? O que você acha de poder não apenas a cor, e sim cada detalhe, acessório, gadget...

Nada mais de escolher entre alguns modelos disponíveis. Exclusividade deve ser algo único, não algo em quantidades limitadas!

O modelo 612 Scaglietti será o primeiro carro da Ferrari a ser parte do programa de personalização que a montadora inaugurará.

Uma área especial será separada na fábrica da Ferrari para que os clientes possam deixar seus carros da forma como idealizaram.

Lá estarão experts especializados em modificação de carros para auxiliar os compradores, explicando exatamente a função de cada alteração possível. Esse experts depois acompanharão a fabricação do carro para se certificarem de que tudo está como esperado.



Todos os modelos do 612 Scaglietti terão motor V12, teto de vidro que com um sistema exclusivo controla a entrada de luz no carro e transmissões ultra rápidas, perfeitas para quem exige do carro sempre a melhor performance.

O preço, claro, dependerá de como você decidir montar o seu carro. Mas esse sistema de personalização tem uma desvantagem: se você quer um carro desses, o único jeito de consegui-lo é indo até a fabrica da Ferrari e fazendo sua encomenda!

Tuesday, March 25, 2008

Pimp My Ride

LoL


LoLA MTV americana inovou muito com seus reality shows. O primeiro grande Big Brother foi da emissora, o infame Real Lives no qual sete pessoas era escolhidas para dividir uma casa sempre monitoradas por diversos câmeras. Elas não ficavam presas, mas as sementes do Big Brother surgiram por lá.

A filial brasileira transmitiu diversas temporadas da série, e muitos outros reality shows que a emissora americana produziu, como My Sweet Sixteen, além de ter partido para produção própria de algumas séries como o programa Vinte e Poucos Anos. Mas nenhum programa se destacou tanto quando o Pimp My Ride.

Não apenas no Brasil, mas em todo o mundo, o programa conseguiu vários admiradores. Há versões americanas, inglesas e até alguns episódios feitos por aqui. Um dos responsáveis por transformar os carros de latas velhas à obras de arte é Beau Beckmann, um dos muitos talentos revelados pelo programa.

Agora, todos os entusiastas de tuning podem usufruir de seus serviços na Galpin Auto Sports, que se tornou destaque em jornais como o LA Times. Nada mais incrível do que transformar um Ford Ecoline todo detonado em um carro que faz cair os queixos de quem os vêem circulando pelas ruas.

Com pick-up para DJ, dois CD players de alta fidelidade, um bar construído no interior com pia e frigobar e nada menos que 77 falantes instalados na porta traseira, esse carro se transformou em uma verdadeira balada ambulante. O detalhe final fica no relógio criado pela Lex Diamond.

Quem ama tuning e pensa em visitar Los Angeles não pode perder a chance de visitar a essa oficina!

Saturday, March 22, 2008

Massa larga na pole no GP da Malásia

Como no ano passado, Massa largará na primeira posição do grid do GP da Malásia, com a melhor volta em 1min35s748 na etapa final. Logo após o companheiro de equipe, Kimi Raikkonen, com seu tempo de 1min36s230.
Já o vice-campeão de 2007 e vencedor em Melbourne, o inglês Lewis Hamilton com o tempo em 1min36s709 vai largar na quarta colocação, atrás de seu companheiro de equipe Heikki Kovalainen com o tempo de 1min36s613.
Já os outros dois pilotos brasileiros, Nelson Piquet da Renaut e Rubens Barrichello da Honga, não se deram muito bem e nem passaram da segunda parte do treino e largarão
em 13º e 14º.
O GP da Malásia, que é a segunda prova a ser disputada da temporada 2008 da Formula 1, será realizada às 4 horas da madrugada de sabado para domingo.

Veja como ficou o grid de largada:

1º Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1min35s748
2º Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - 1min36s230
3º Heikki Kovalainen (FIN/McLaren) - 1min36s613
4º Lewis Hamilton (ING/McLaren) - 1min36s709
5º Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 1min36s711
6º Robert Kubica (POL/BMW) - 1min36s727
7º Nick Heidfeld (ALE/BMW) - 1min36s753
8º Mark Webber (AUS/Red Bull) - 1min37s009
9º Fernando Alonso (ESP/Renault) - 1min38s450
10º Timo Glock (ALE/Toyota) - 1min39s656
11º Jenson Button (ING/Honda) - 1min35s208
12º David Coulthard (ESC/Red Bull) - 1min35s408
13º Nelsinho Piquet (BRA/Renault) - 1min35s562
14º Rubens Barrichello (BRA/Honda) - 1min35s622
15º Sebastian Vettel (ALE/Toro Rosso) - 1min35s648
16º Nico Rosberg (ALE/Williams) - 1min35s670
17º Giancarlo Fisichella (ITA/Force India) - 1min36s240
18º Kazuki Nakajima (JAP/Williams) - 1min36s388
19º Sebastien Bourdais (FRA/Toro Rosso) - 1min36s677
20º Takuma Sato (JAP/Super Aguri) - 1min37s087
21º Adrian Sutil (ALE/Force India) - 1min37s101
22º Anthony Davidson (ING/Super Aguri) - 1min37s481

[ via Terra ]
Fim de semana e feriado é horrivel pra postar noticias, ainda mais quando não se dorme :)

Friday, March 21, 2008

Volvo equipa C30 com kit esportivo

A Volvo criou um kit de modificações estéticas para o seu modelo de entrada, o hatch C30. Chamado R-Design, ele é oferecido até o momento somente para as unidades comercializadas no Reino Unido. O veículo com propulsor 1.6 l equipado com o novo pacote é oferecido por 14 995 libras, aproximadamente R$ 51 000.

Externamente, o R-Design acrescenta ao C30 minissaias laterais, spoiler no pára-choque dianteiro, aerofólio e o logo do kit na grade do radiador e rodas de liga leve. No interior, os bancos receberá revestimento com o tecido T-Tec em contraste com o acabamento de couro creme e o nome R-Design bordado. O painel ganhou fundo azul e os pedais são confeccionados em alumínio.

No Brasil, o C30 é importado pela Volvo em três opções de motorização, 2.0 l com 145 cv; 2.4 l com 170 cv e 2.5 turbo com 230 cv, por R$ 89 933, R$ 118 500 e R$ 127 900, respectivamente.

Wednesday, March 19, 2008

Aston Martin para sua sala

O design da marca é exemplar... então por que não usá-lo em sua casa?

O nome Aston Martin emociona qualquer admirador de belos carros. Com seus modelos belos e potentes, a marca conseguiu conquistar um lugar de respeito no mundo do automobilismo e no mercado de luxo, por muitos considerado saturado. Acho que no fim, sempre há mais um lugar se o que você tem para oferecer está entre o melhor.

Com esse novo status adquirido (e algum dinheiro investido em product placement para a MGM) a Aston Martin até se tornou o carro preferido por James Bond em seus filmes. Nos livros, o agente secreto inglês dirigia apenas Bentleys, os mesmos carros que a rainha tanto gosta.

A Aston Martin Heritage Designs é um desejo realizado a todos que como 007 tem um amor incondicional aos carros da marca. Eles disponibilizam peças e partes de carros e até modificam algumas delas para criar móveis, como é o caso o DB6 Couch, um sofá com a forma do assento de um AM DB6 com forro de couro cor-de-vinho e acabamento em prata.

Entretanto, a empresa está disposta a dar qualquer combinação de cores que você escolher, isso se estiver disposto a pagar os US$ 7,3 mil que ela cobra por cada sofá. E se você quiser os encostos para cabeça precisa pagar um extra. Porém, ninguém mais terá um móvel tão exclusivo.

E não pense que isso foi feito por um bando de pessoas interessadas em lucro fácil usando peças quaisquer. Trata-se de uma linha de produtos licenciados da marca.

Mais informações
Aston Martin Heritage Designs
http://astonmartinheritagedesigns.com

Monday, March 17, 2008

Ingleses preparam Ford GT de 720 cv

A Ford encerrou as produções do GT, no entanto, o carro ainda é — e deve ser por muito tempo — cultuado por apaixonados de todos os cantos do mundo. Ele nasceu para enfrentar os superesportivos da Ferrari e homenageou o fantástico Ford GT 40, que fez sucesso nas pistas de Le Mans na década de 60. Hoje em dia, diversas preparadoras desenvolvem kits para torná-lo ainda mais potente e quem mostrou o mais recente bólido foi a britânica Avro Motorcars.

O projeto da preparadora previa subir bastante a potência do superesportivo e o resultado foi visto no dinamômetro. Os 500 cv originais do motor V8 5.4 subiram para 720 cv a 6 950 rpm e o torque agora é de 83,1 kgfm a 4 800 rpm (contra 69,2 kgfm originais). A força veio com a utilização de um kit supercharger da norte-americana Roush Technologies. Escape de aço inox e embreagem de cerâmica também fazem parte do pacote.

Outros itens mecânicos tiveram que melhorar para “suportar” a nova potência do 720 Mirage GT, nome dado ao projeto limitado em dez unidades. A suspensão ganhou amortecedores especiais da KW Automotive, que oferecem três tipos de regulagem, podendo abaixar o carro em até 2,5 cm.

Novos freios da AP Racing foram colocados na dianteira e contam com pinças de seis pistões. O superesportivo ainda exibe visual chamativo com a carroceria pintada na cor laranja e novas rodas de 19” pintadas na cor preta. Na pista, o carro mostrou mais um belo número: sua velocidade final de 354 km/h.

Tuesday, March 11, 2008

Rolls-Royce Phantom Coupé está esgotado

As 200 unidades que serão produzidas foram vendidas em menos de uma semana



O novo Rolls-Royce Phantom Coupé, apesar do alto preço, já está esgotado. A produção limitada a 200 unidades do carro apresentado na quarta-feira passada (5/3) foi completamente vendida em menos de uma semana – e um ponto curioso é que dois terços dos compradores nunca tiveram nenhum outro carro da marca.

Criado para concorrer com o Bentley Continental GT, o luxuoso cupê conta com um motor V12 de 460 cv para empurrar seus 2 590 kg e tem um botão “Sport” no volante, contrastando com a aparência mais sóbria do exterior.

Friday, March 7, 2008

Chrysler Grand Caravan com motor de Helicoptero

O norte-americano Chris Krug parecia insatisfeito com o desempenho de sua Chrysler Grand Caravan V6 com 150 cv e decidiu fazer algo para melhorá-la. Pensou em um turbo, ou alguma preparação especial no motor? Pois Chris foi além e colocou um motor de helicóptero (!) com 1 000 cv no porta-malas do carro.



Apelidada de “Vanzilla” pelo proprietário, em referência ao monstro Godzilla do filme japonês, a operação para equipar a van custou US$ 17 000 (cerca de R$ 29 000). Chris ainda manteve o motor V6 original para conseguir rodar com o carro nas ruas.



No vídeo abaixo, você pode assistir a Vanzilla numa prova de quarto de milha, muito comum nos EUA, que corresponde a acelerar o carro por 400 m partindo da imobilidade. A “van-helicóptero” de duas toneladas levou 11s1 para completar o percurso e atinge 180 km/h de velocidade máxima porque, segundo Chris, ainda são necessários alguns acertos no diferencial traseiro.



Apenas para complementar, as labaredas que saem do porta-malas é um “efeito” causado pelo combustível que é jogado perto do propulsor e entra em combustão. Veja abaixo o ronco da Vanzilla e sua aceleração, literalmente, turbinada. Com tudo isso fica uma pergunta: será que o Chris não se incomoda com o barulho?

Monday, February 25, 2008

Dois em Um

Seu Jet-ski pode virar uma super lancha em poucos segundos

Um Jet-ski tem muitas vantagens em relação a um barco. É mais ágil, mais fácil de pilotar e até mais divertido. Mas ele sempre esbarra no velho problema de poder carregar, quando muito, duas pessoas. Imagine se o seu ágil, veloz e divertido Jet-ski, em menos de um minuto, pudesse virar um barco que carrega outras cinco pessoas. Imaginou? Agora é só encomendar o seu Waveboat.



Criado e fabricado pela Fun Factory, o Waveboat é um acessório que acoplado a seu Yamaha Waverunner PWC, transforma-o em uma lancha de alta velocidade. Tudo isso é feito em 60 segundos, em terra e ainda menos do que isso dentro da água. Pense em todas as vantagens que isso pode lhe trazer: maior versatilidade, mais espaço para carregar seus amigos, além de uma bela jogada romântica que pode ser levar sua garota para uma volta de barco ao pôr-do-sol.

Por enquanto, esse tipo de adaptação só estará disponível para o Yamaha Waverunner PWC, mesmo. Mas há boatos que se essa nova invenção fizer sucesso, ela se estenderá para outros modelos da Yamaha e mais futuramente até para outras marcas de Jet-ski. A única restrição para adaptação em outros modelos é a necessidade de um motor potente, que possa fazer o seu ‘Jet-barco’ deslizar com eficiência pela água. Como o PWC tem um motor de 200bhp, ele foi o primeiro escolhido.

O produto começa a ser vendido no mês que vem, pela internet, por US$ 8 mil.É comprar e correr para a diversão.

Fun F

Thursday, February 7, 2008

A reviravolta da Lexus

Uma marca conhecida por sua elegância quer mais destaque

A Lexus é uma dentre muitas marcas que aqui no Brasil não tem muito reconhecimento. Quem perde com isso somos nós, porque a montadora tem vários modelos excelentes. Embora seja possível encontrar alguns modelos à venda por aqui, a divisão de luxo da Toyota é quase sempre ignorada.

Aproveitando o Salão de Detroit, a marca apresentou uma linha completa de carros conceito chamada LF, que significa “L-Finesse”. O último modelo apresentado foi o LF Roadster, uma versão conversível do já revelado RF-A, e é apenas mais um exemplo de exatamente o que perdemos sem a Lexus por aqui.

O design chama atenção automaticamente por romper com diversas convenções estilísticas da marca, o que indica que há um esforço para renovar os modelos. Esse carro foi concebido como um competidor para os mais elegantes e ousados modelos concorrentes.



Algumas das mudanças mais claras estão nos faróis, mais angulares e com detalhes pontiagudos que dão caráter muito mais agressivo ao modelo. O resto do corpo não tem tantos detalhes, mantendo o carro com uma elegância discreta. No interior, os assentos brancos e o painel preto e vermelho criam um ambiente mais intimista ao motorista e o passageiro.

O material escolhido para todo o corpo foi a fibra de carbono, mas leve e com boa absorção de impacto. A forma aerodinâmica é vital para a alta performance, então quando uma certa velocidade é alcançada o aerofólio traseiro é ativado automaticamente.

O motor é o mesmo presente no LF-A. Trata-se de um V10 de 5.0L com 500cv de potência. A velocidade máxima do carro é de 320km/h, regulada eletronicamente, e a tração traseira foi escolhido pela dirigibilidade superior que ela proporciona.

Monday, January 21, 2008

O novo Fit?

Quem costuma circular pelas ruas das grandes cidades brasileiras pode afirmar com poucas dúvidas que o Honda Fit é um grande sucesso comercial.

É só parar e contar quantos desse carro você vê em um percurso rotineiro pra notar que a Honda, uma marca que há dez anos atrás não tinha grande força no mercado nacional, hoje compete com montadoras estabelecidas como a Ford e a Volkswagen.

Esse é um fenômeno não exclusivo ao Brasil. Em muitas partes do mundo o pequeno carro é um campeão de vendas, até mesmo nos EUA, que é conhecido por não aceitar bem carros estrangeiros e de pequeno porte.

Com esses dados, não é surpresa alguma que apareçam novos modelos do Honda Fit, e embora nada tenha sido oficializado, um conceito apresentado pela Honda no Salão de Tóquio indica que um novo Fit é inevitável. Mesmo sendo apenas um conceito, ele mostra interesse em modificar o modelo nas gerações futuras.



Chamado F154SC, o novo conceito criado pela Mugen tem um motor muito similar ao do Honda Fit, com 1.5L, perfeito para ambientes urbanos. Mesmo assim, com 150cv de potência, ele tem boa performance em estradas e se mantém sem problemas com 140 km/h.

Mas a grande diferença é estética. Muito mais agressivo, o design tem mais entradas de ar, freios e suspensão aprimorados e modificações como o aerofólio e novos pára choques.

Com certeza essas são mudanças que não chegarão até o Fit, mas o design modificado, com menos curvas e mais formas angulares, pode ser usado em uma próxima geração.

Sunday, January 20, 2008

Detroit: Mazda mostra RX-8 2009

O ano de 2008 mal começou e já há uma enxurrada de carros que chegam ao mercado como modelo 2009. O Mazda RX-8 é um exemplo disso. O cupê, apresentado no Salão de Detroit, ganhou novos equipamentos e visual mais atual. E o esportivo da marca japonesa vem com a missão de manter o sucesso de vendas da linha, uma vez que o modelo acumula cerca de 167 mil unidades comercializadas desde o seu lançamento, em 2003.



E a marca usou toda a sua reconhecida tecnologia de motores rotativos. É difícil de acreditar, mas o esportivo traz um propulsor 1.3 litro aspirado. Acha pouco? Este conjunto entrega 215 cavalos de potência, quando equipado com o câmbio manual de seis marchas, e 235 cv se acoplado à transmissão automática de seis velocidades Sport A/T, que dispõe de hastes atrás do volante para as trocas seqüenciais. Outra mudança importante foi a adoção de amortecedores mais rígidos.



Na parte estética, o RX-8 2009 exibe faróis reestilizados, entradas de ar maiores e rodas de desenho exclusivo. Internamente, o acabamento ganhou ares de sofisticação. Tanto os bancos como o painel receberam materiais mais luxuosos. Isso tudo sem falar que a Mazda disponibiliza ao consumidor a possibilidade de preparar seu carro dentro da fábrica.



Trata-se do pacote de equipamentos "R3", que agrega ao veículo itens como spoilers dianteiros, aerofólio, assentos Recaro, suspensão com calibragem esportiva, rodas de 19", entre outros. Este kit poderá equipar qualquer uma das três versões de acabamento: "They are Sport", "Touring" e "Grand Touring".

Wednesday, January 2, 2008

KTM X-Bow terá versão especial

A KTM Powersports AG, fabricante austríaca de motocicletas e do esportivo de dois lugares X-Bow, confirmou hoje (2) que o modelo terá uma edição especial chamada de "Dallara Series", limitada em 100 unidades e com carroceria na cor branca brilhante "Gleaming White". De acordo com a KTM, as primeiras unidades do X-Bow fabricadas na fábrica da empresa em Graz, na Áustria, serão da "Dallara Series", que contará também com equipamentos voltados para melhorar o desempenho dele nas pistas. O nome da edição especial é uma homenagem à Dallara, empresa italiana que ajudou a KTM no desenvolvimento da versão esportiva do chassi usado no X-Bow e que é fabricado em fibra de carbono.





O esportivo fará sua estréia em território britânico no próximo dia 10 de janeiro, em Birmingham, no Autosport Show. Antes o modelo havia sido mostrado na última edição do Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça, no Salão Internacional do Oriente Médio, em Dubai, e mais recentemente no Salão de Bolonha, na Itália, em dezembro. O X-Bow é equipado com um motor 2.0 TFSI capaz de desenvolver 240 cavalos de potência e 31,6 kgfm de torque. A transmissão é manual de seis marchas.

Sunday, December 30, 2007

Yamaha TT-R 230 e 125 garantem a diversão

Pura diversão. Assim podemos definir o que é pilotar os novos modelos off-road da Yamaha. Fabricadas no Brasil e exportadas para Estados Unidos, Canadá, Europa, Japão e Oceania, agora as TT-R 230 e TT-R 125E e LE estão à disposição também do público brasileiro, que quer um pouco de adrenalina correndo nas veias.

Essas legítimas fora-de-estrada foram inspiradas nas motos de competição da marca, e oferecem muita diversão para pilotos novatos e de qualquer idade. Isso porque a principal característica da linha TT-R é a sua facilidade de condução.



Leves e esguios, os três modelos da marca nipônica são boas opções para quem quer se aventurar por passeios em estradas de terra, trilhas fechadas ou até para os mais arrojados que queiram enveredar-se pelo mundo das competições.

Apresentadas na 9ª edição do Salão Duas Rodas, a linha TTR conta com um assento longo que avança por sobre o tanque de combustível, pedaleiras mais largas e suspensões compatíveis com sua proposta, além da comodidade da partida elétrica. Os preços vão de R$ 5.000 (TT-R 125 E) a R$ 9.940 (TTR-230).

TT-R 230
Ao virar a chave e acionar o "start", o piloto vai gostar do som abafado que sai do escape dessa moto. A partir daí, é engatar primeira marcha para a aventura começar. Com visual inspirado na linha YZ, a TT-R 230 é boa opção para quem já tem noções de pilotagem off-road. Sua principal concorrente é a Honda CRF 230F.

O motor apresenta uma arquitetura simples e já é um velho conhecido -- equipava a aposentada XT 225. Ou seja: propulsor monocilíndrico quatro tempos de 223 cc, OHC, refrigerado a ar e com duas válvulas no cabeçote. Confiável, ele tem 18,5 cv de potência máxima e gosta de trabalhar "cheio", o que é ideal para provas de enduro de velocidade.

Preciso, o câmbio de seis marchas é bastante eficiente, principalmente em trechos travados, onde as trocas de marchas são constantes.

A TT-R 230, que pesa apenas 107 quilos (a seco), apresenta baixa altura do assento (870 mm), longo curso das suspensões e 295 mm de vão livre do solo. Tais características fazem dela um modelo para quase todos os tipos físicos de piloto, proporcionando uma "tocada" até certo ponto mais agressiva.

Na parte ciclística, uma receita tradicional: a suspensão dianteira tem curso de 240 mm, enquanto a traseira é dotada de um novo sistema de link, com 220 mm e balança de alumínio. O freio a disco dianteiro (194 mm) se mostra bastante eficiente, independentemente do terreno e das condições de uso.

Já o traseiro, a tambor, não é um primor, principalmente quando se pilota a TT-R na chuva. O correto seria a adoção de um disco também na roda traseira (como na Yamaha Lander 250).



Para iniciantes
Com preços bastante atrativos, os dois modelos TT-R com motor 125 cc (TT-R 125 E e TT-R 125 LE) apresentam um dos menores pesos da categoria (83 kg) e um melhor posicionamento do centro de gravidade. Resumindo, diversão garantida para pilotos de qualquer peso ou estatura.

A família TT-R 125 tem ainda câmbio de cinco velocidades, partida elétrica e a pedal. Mas qual a diferença entre as duas versões? A TTR 125 LE tem roda de 19 polegadas na dianteira e de 16 na traseira, o que lhe confere uma melhor absorção dos impactos.

Já a TT-R 125 E adotou rodas de 17 polegadas na dianteira e 14 na traseira, que lhe dá uma maior tração, principalmente se o piloto for mais pesado. Outro diferencial é que a suspensão traseira da TT-R 125 LE está equipada com braço de alumínio e monoamortecedor pressurizado a gás.

O motor de ambas as versões tem 124 cc, monocilíndrico, quatro tempos com comando no cabeçote. Na prática, o propulsor oferece boas acelerações e retomadas. O quadro do tipo diamante é leve e resistente a torções, porém flexível e confeccionado em tubos de aço com reforço estrutural.

Yamaha TT-R 230 e 125 garantem a diversão

Pura diversão. Assim podemos definir o que é pilotar os novos modelos off-road da Yamaha. Fabricadas no Brasil e exportadas para Estados Unidos, Canadá, Europa, Japão e Oceania, agora as TT-R 230 e TT-R 125E e LE estão à disposição também do público brasileiro, que quer um pouco de adrenalina correndo nas veias.

Essas legítimas fora-de-estrada foram inspiradas nas motos de competição da marca, e oferecem muita diversão para pilotos novatos e de qualquer idade. Isso porque a principal característica da linha TT-R é a sua facilidade de condução.



Leves e esguios, os três modelos da marca nipônica são boas opções para quem quer se aventurar por passeios em estradas de terra, trilhas fechadas ou até para os mais arrojados que queiram enveredar-se pelo mundo das competições.

Apresentadas na 9ª edição do Salão Duas Rodas, a linha TTR conta com um assento longo que avança por sobre o tanque de combustível, pedaleiras mais largas e suspensões compatíveis com sua proposta, além da comodidade da partida elétrica. Os preços vão de R$ 5.000 (TT-R 125 E) a R$ 9.940 (TTR-230).

TT-R 230
Ao virar a chave e acionar o "start", o piloto vai gostar do som abafado que sai do escape dessa moto. A partir daí, é engatar primeira marcha para a aventura começar. Com visual inspirado na linha YZ, a TT-R 230 é boa opção para quem já tem noções de pilotagem off-road. Sua principal concorrente é a Honda CRF 230F.

O motor apresenta uma arquitetura simples e já é um velho conhecido -- equipava a aposentada XT 225. Ou seja: propulsor monocilíndrico quatro tempos de 223 cc, OHC, refrigerado a ar e com duas válvulas no cabeçote. Confiável, ele tem 18,5 cv de potência máxima e gosta de trabalhar "cheio", o que é ideal para provas de enduro de velocidade.

Preciso, o câmbio de seis marchas é bastante eficiente, principalmente em trechos travados, onde as trocas de marchas são constantes.

A TT-R 230, que pesa apenas 107 quilos (a seco), apresenta baixa altura do assento (870 mm), longo curso das suspensões e 295 mm de vão livre do solo. Tais características fazem dela um modelo para quase todos os tipos físicos de piloto, proporcionando uma "tocada" até certo ponto mais agressiva.

Na parte ciclística, uma receita tradicional: a suspensão dianteira tem curso de 240 mm, enquanto a traseira é dotada de um novo sistema de link, com 220 mm e balança de alumínio. O freio a disco dianteiro (194 mm) se mostra bastante eficiente, independentemente do terreno e das condições de uso.

Já o traseiro, a tambor, não é um primor, principalmente quando se pilota a TT-R na chuva. O correto seria a adoção de um disco também na roda traseira (como na Yamaha Lander 250).



Para iniciantes
Com preços bastante atrativos, os dois modelos TT-R com motor 125 cc (TT-R 125 E e TT-R 125 LE) apresentam um dos menores pesos da categoria (83 kg) e um melhor posicionamento do centro de gravidade. Resumindo, diversão garantida para pilotos de qualquer peso ou estatura.

A família TT-R 125 tem ainda câmbio de cinco velocidades, partida elétrica e a pedal. Mas qual a diferença entre as duas versões? A TTR 125 LE tem roda de 19 polegadas na dianteira e de 16 na traseira, o que lhe confere uma melhor absorção dos impactos.

Já a TT-R 125 E adotou rodas de 17 polegadas na dianteira e 14 na traseira, que lhe dá uma maior tração, principalmente se o piloto for mais pesado. Outro diferencial é que a suspensão traseira da TT-R 125 LE está equipada com braço de alumínio e monoamortecedor pressurizado a gás.

O motor de ambas as versões tem 124 cc, monocilíndrico, quatro tempos com comando no cabeçote. Na prática, o propulsor oferece boas acelerações e retomadas. O quadro do tipo diamante é leve e resistente a torções, porém flexível e confeccionado em tubos de aço com reforço estrutural.

Saturday, December 22, 2007

A promessa da Porsche para 2010

A Porsche está construindo uma fábrica de mais de 150milhões de Euros para produzir o Panamera



Foi confirmado que a Porsche produzirá um modelo quatro portas esportivo para o calendário de 2009 (modelos para a venda em 2010).

Chamado Panamera, ele será o quarto carro a aparecer no line-up da Porsche, ao lado do Cayenne, Cayman e 911.

O motor V8 será o mesmo utilizado no Cayenne, com 340cv de potência e turbo de 450cv. Entretanto, é seguro contar que o motor receberá upgrades no motor até 2010.

O modelo será montado em Leipzig, em uma nova fábrica criada especialmente para os novos veículos. O auto contará com tração traseira e dividirá a nova fábrica com o Cayenne SUV e o Carrera GT.

O investimento em torno da nova fábrica e novos modelos está na casa de 1,2 bilhão de dólares.
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